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Smiles & Tears

Guia de sobrevivência para mulheres fantásticas

Smiles & Tears

Guia de sobrevivência para mulheres fantásticas

Pakistani gentleman

gentleman.pngApesar de certos comportamentos sociais, designados por actos de cavalheirismo, terem entrado em desuso nas novas gerações, existem gestos que algumas mulheres (como eu) apreciam.

Mas, por vezes, estes gestos de delicadeza chegam de onde menos se espera, para nos fazerem lembrar que não devemos rotular as pessoas.

Hoje, vinha no elevador com mais duas senhoras e um senhor paquistanês. Chegados ao último piso, a porta do elevador abriu e esse senhor, que até estava mais próximo da saída, segurou a porta do elevador com a mão e, num acto inesperado, deu passagem às três damas que lá seguiam ... sempre a segurar a porta do elevador. Depois de todas termos saído, largou a porta e saiu.....

 

 

O tradicional também pode ser trendy.

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Lembram-se daquelas cestas de junco e vime, tipicamente portuguesas, usadas para levar a merenda para o campo ou ir ao mercado? Pois bem, a empresa Toino Abel teve a brilhante ideia de, mantendo o conceito, os materiais e as técnicas, produzir cestas para uso quotidiano, de design e cores modernas. E já são sucesso internacional. Muito giras, não acham?

Inquilinos do coração ...

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Sim, o meu coração tem inquilinos. E não pagam renda ! Para eles guardo o meu tempo, reservo a minha atenção, multiplico os meus afectos. Mas, por vezes, apetece-me mais, apetece-me materializar os afectos ... às vezes gosto do impossível. Faço o que posso, o que consigo, o que sei ....

E pensei que os meus inquilinos mais novos iriam gostar de um miminho doce feito pela tia. Mas que doce ? Vieram-me à memória vivências passadas .... nada como um arroz doce !!

Como foi bom ouvir: "- Mais, Ti Ti Xanda ! Mais!"

 

Prendas daquelas que tu fazes com as tuas mãos ....

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E ainda dizem por aí (quem não tem mais nada com que se ocupar) que as novas gerações estão perdidas ! Eu cá por mim não concordo. E num misto de tristeza e orgulho vejo, por vezes, gerações bem mais novas a darem verdadeiras lições.

Num destes dias, a minha filha, que tem 11 anos, disse-me assim: " - Mãe, apetecia-me tanto dar uma prenda à minha amiga ."

" - Está bem. Então e o que lhe queres comprar?" - perguntei-lhe eu.

Eis que recebi uma resposta que é, também, um ensinamento : " - Nada, não lhe quero comprar nada. Não quero dessas prendas. Quero uma daquelas que têm valor. Uma das que tu fazes com as tuas mãos."

Peguei na lã, nas agulhas e no coração e fiz esta bolsinha para guardar o cartão da escola.

A minha filha tem ou não tem razão ? Não tem mais valor assim ?

Estamos de regresso à escola !!!

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 Estamos de regresso à escola! Estamos é como quem diz ... estão os pirralhos cá de casa. Mas parece que, quando os filhos regressam à escola, os pais vão um bocadinho com eles. Vão na mochila cuidadosamente organizada ( com a ajuda dos pais), vão na lancheira preparada com carinho, vão dentro dos ouvidos dos filhos, entupidos de tantas recomendações. Mas ainda bem que assim é ....

Eu cá por mim, hoje, estou mesmo contente ! Os meus filhos já regressaram das aulas, de escolas e anos diferentes, e a opinião relativamente ao primeiro dia de aulas é, este ano, unânime : os meus professores este anos são mesmo fixes !!

Diz-se que a primeira impressão é muito importante !! Por isso, creio que se avizinha um ano lectivo cheio de sucessos (na aprendizagem, nas amizades, nas notas, na felicidade de ir para a escola) !!

Bom ano lectivo para todos

E porque o amor também se cozinha ..

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A vida é feita de sorrisos e lágrimas, smiles and tears, como este nosso espaço. Tenho a sorte de a minha vida ser mais rica em smiles do que em tears e, por tal, sou grata.

Hoje, é mais um dia de sorrisos, gargalhadas e festa, brincadeira e bolos, champanhe e Coca Cola !! Por isso, peguei na minha varinha mágica, daquelas mágicas mesmo, não daquelas que se usam para triturar a sopa, e quis materializar o que me vai na alma e no coração. E, assim, surgiu este bolo maravilhoso (modéstia à parte) ! Doce e reconfortante por dentro, alegre e divertido por fora !

 

 

Estraga-los com mimos !

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Qual é a mãe que já não ouviu este "sábio" conselho ? "Estraga-los com mimos!" Pois bem, eu sempre fui da opinião que o que "estraga" as crianças não é o excesso de mimos, mas sim a falta de educação .... e a falta de mimos, também.

Hoje li as declarações do pediatra Mário Cordeiro à revista Pais&filhos/TSF, das quais gostei muito e que partilho aqui convosco http://www.paisefilhos.pt/index.php/video/7865-qnao-ha-mimo-a-maisq-.

Diz-nos o Sr. Dr. Mário Cordeiro que “O mimo é a expressão desinteressada do afecto e do amor, por isso não acredito no mimo a mais! "

Eu também não ! O que acontece, por vezes, é que os pais (e terão as suas razões para isso) confundem mimos com prendas e isso, por vezes, dá mau resultado ...

Não pretendo opinar sobre a forma que cada um escolheu para educar os seus filhos. Educar é, talvez, a tarefa mais difícil que um ser humano pode ter entre mãos. Até porque os pais são seres humanos, cada um com vivências diferentes, com uma infância mais ou menos feliz, com uma vida mais ou menos feliz ...

Mas, apesar de tudo, continuo a achar que o mimo nunca é demais. Seja aquele que se dá aos filhos, ao marido, à família, aos amigos e a nós próprios.

Correndo o risco de ser exagerada, acho, até, que o mimo é a panaceia, não para todos, mas para muitos males !!

A técnica do abraço ....

Queridas amigas .... não posso deixar de partilhar convosco este artigo O segredo é abraçar (...) da Revista Pais&filhos, bem como a minha (humilde) experiência. Enquanto mãe de um adolescente e de uma quase quase adolescente tenho adoptado a "técnica do abraço". Mesmo quando me apetece usar a técnica do grito, e a do castigo e enfim ... outra qualquer. E uso-a por duas razões : porque o meu coração assim mo indica ( e eu sigo quase sempre o meu coração) e porque tem resultado !! Abraço-lhes o corpo e abraço-lhes a alma ... E quando eles não querem ( ou não admitem que querem) deixo que os meus braços os sigam ... para serem usados sempre que os meus filhos precisem, ou quiserem, ou lhes apetecer ...